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Análise comprova ausência de lactose em vários queijos Balkis


Pensando na qualidade de vida e bem estar, a Balkis enviou seus produtos para análise para saber da possibilidade de contribuir na alimentação das pessoas que possuem intolerância à lactose.

O resultado foi bastante positivo: alguns queijos com baixíssimo nível desse açúcar, e vários outros com Zero % de lactose.

Veja na tabela abaixo a quantidade de lactose por 100g de produto (*):

Produtos Teor de lactose (g) / 100g de produto
Minas Frescal SINLACT 0
Coalho Tradicional SINLACT 0
Minas Padrão Light SINLACT 0
Prato Light SINLACT 0
Mussarela Light SINLACT 0
Cremoso 0
Minas Padrão 0
Minas Padrão Azeitona 0
Minas Padrão Pimenta 0
Minas Padrão Alho  0
Tilsit 0
Queijo Prato 0
Prato Esférico 0
Mussarela 0
Mussarela Palito 0
Mussarela Bolinha 0
Lunarella 0
Flor de Leite 0
Pingos de Leite 0
Pizzarela 0
Serra 1,1
Coalho Tradicional BALKIS 1,18
Coalho Pimenta  1,22
Manteiga Light 1,3
Coalho Orégano 1,42
Coalho Light 1,61
Cottage Light 1,72
Burrata 1,9
Cottage 2,03
Pasta de cottage 2,03
Cream Cheese 2,09
Creme de leite pasteurizado 2,2
Cottage Stímula 2,22
Cottage Fibras 2,29
Mascarpone 2,29
Ricota Fresca 2,33
Nata 2,38
Minas Frescal Light BALKIS 2,56
Creme de ricota 2,89
Minas Frescal BALKIS 2,97
Creme de ricota light 2,98
Sour cream 3,1
Bebida Láctea 4,04
*Fonte: LACI/2010 – Análises segundo I.N. n° 68/06 do MAPA.

 


A intolerância à lactose

A lactose é o açúcar presente naturalmente no leite e seus derivados. Quando ingerimos a lactose, ela sofre a ação da enzima lactase, resultando em dois monossacarídeos, glicose e galactose, que são facilmente absorvidos pela nossa mucosa intestinal.

No entanto, existem pessoas que tem falta ou deficiência na produção da lactase, fazendo com que a lactose chegue até o cólon sem ser absorvida pelo organismo. Lá, ela é fermentada pela flora bacteriana, ocasionando dor abdominal, sensação de inchaço no abdome, fezes amolecidas e diarréia, caracterizando a chamada Intolerância à Lactose.

A diminuição da atividade da enzima lactase pode ser primária (irreversível), quando após o desmame ocorre uma diminuição que é geneticamente programada na maioria das populações do mundo; ou pode ser secundária (transitória), devido a doenças que causem dano na borda em escova da mucosa do intestino delgado ou que aumentem significativamente o tempo de trânsito intestinal. São doenças como as enterites infecciosas, giardíase, doença celíaca, doença de Crohn, enterites induzidas por drogas ou radiação, doença diverticular do cólon e anemia.

Existe também a intolerância à lactose congênita, quando o recém-nascido apresenta diarréia líquida ao ser amamentado ou receber fórmula contendo lactose. É extremamente grave e, se não for diagnosticada precocemente, pode levar a óbito.

Estudos epidemiológicos mostram que a prevalência da Intolerância à Lactose é muito variável, atingindo cerca de 5% da população no nordeste da Europa e mais de 90% na Ásia e Oriente Médio. No Brasil, estima-se que 25% da população tenha algum grau de Intolerância à Lactose.

A questão é que a exclusão total e definitiva da lactose da dieta (derivados lácteos) pode acarretar prejuízo nutricional importante de cálcio, fósforo e vitaminas, podendo estar associada com diminuição da densidade mineral óssea e fraturas.


O Tratamento

Como tratamento, inicialmente recomenda-se evitar temporariamente o leite e produtos lácteos da dieta para se obter a remissão dos sintomas. Depois, faz-se a sua re-introdução gradual, de acordo com o limiar sintomático de cada indivíduo. Para auxiliar na elevação desse limiar e contribuir para adaptação à lactose, pode-se ingerir os lácteos junto com outros alimentos, o seu fracionamento ao longo do dia e o consumo de produtos lácteos fermentados e maturados. Além disso, a maioria das pessoas intolerantes à lactose pode ingerir 12g/dia de lactose (equivalente a um copo de leite), sem apresentar sintomas adversos (**).

Dessa forma, o conhecimento do teor de lactose dos alimentos constitui ferramenta importante, tanto para o tratamento quanto para a manutenção de uma boa qualidade de vida.

(**) Fonte das informações: www.semlactose.com.br e Mattar R, Mazo DFC. Intolerância à lactose: mudança de paradigmas com a biologia molecular. Revista da Associação Médica Brasileira. 2010; 56(2):230-6.


Nossa contribuição ao consumidor

A filosofia da Balkis é, sempre que possível, oferecer alternativas para todos os consumidores. É a melhor forma que encontramos de contribuir para uma melhoria na qualidade de vida.

Recomendamos aos intolerantes à lactose que consultem um médico antes de qualquer mudança em sua dieta. Apesar das pesquisas e testes serem muito otimistas, cada organismo é único e reage de maneira própria.

Conheça o site www.semlactose.com.br